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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

A sala é um palco

Professores procuram na linguagem teatral uma forma de melhorar suas aulas e descobrem infinitas possibilidades de trabalhar conteúdos diversos com os alunos


Frederico Guimarães
Gustavo Morita

Com uma bengala na mão e um guarda-chuva na outra, o professor de língua portuguesa Júlio César Sbarrais caminha com dificuldade pelos corredores da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em Mauá, na Grande São Paulo. Enquanto os alunos aguardam o início da aula, ele abre a porta da classe caracterizado da cabeça aos pés: sapatos extravagantes, calças coloridas, maquiagem no rosto e um nariz de palhaço. Fantasia caprichada para arrancar sorrisos dos estudantes da 8ª série do ensino fundamental.

+ Assista a trechos da aula do professor Júlio César Sbarrais
Formado em Letras e Artes Cênicas, Júlio César é o que se pode chamar de "artista-docente", expressão utilizada para denominar educadores que trabalham com a linguagem artística em suas propostas pedagógicas. Desde 2007, o professor recorre ao palhaço "Tinin" para tornar as suas atividades com os alunos mais lúdicas. "Há uma questão pedagógica e didática na linguagem teatral. Apesar de o palhaço ser mudo, ele passa as regras de convivência em sala de aula. Eu uso lousa e giz, mas utilizo o palhaço como uma forma de conquistar o aluno, que tem de dar conta de muita coisa. Esses projetos são válidos no sentido de amenizar a sobrecarga do conteúdo ensinado", afirma o docente.
Guia prático
Assim como Júlio César, diversos professores têm aderido ao teatro para ensinar conteúdos de disciplinas como português, história, física e matemática. Segundo a psicóloga e professora de teatro Ana Betina Rugna, 90% dos seus alunos são professores que querem aprender a utilizar a linguagem teatral nas salas de aula. Autora do livro Teatro em sala de aula (Editora Alaúde), Betina elaborou um guia prático para os professores que desejam explorar esses recursos com seus alunos.Em sua experiência com os docentes, Betina observou que os professores sentiam insegurança por não conseguirem transmitir suas ideias de forma clara e criativa.

Para ela, a linguagem teatral pode transformar os professores. "Quando eu trabalho com o professor ele se redescobre, tanto quanto a criança. Assim como as crianças, eles começam de um jeito, mas terminam o curso diferentes, fazendo uma redescoberta do outro e de si mesmos", avalia.
Professor de artes cênicas da Escola Lourenço Castanho, em São Paulo, Pedro Haddad concorda com Betina. "A escola é um lugar essencial para que as crianças tenham o primeiro contato com o teatro, mesmo que não seja unicamente pela disciplina de artes cênicas. A linguagem pode ser utilizada de maneira muito feliz como complemento e incremento das dinâmicas dentro da sala de aula", acredita.
O número de professores formados na área ainda é pequeno, mesmo que a Lei de Diretrizes e Bases da Educação (LDB) estabeleça o ensino da arte como obrigatório. Na maioria das vezes, a utilização do teatro na escola se restringe à disciplina de artes cênicas, quando há, e que nem sempre consegue dialogar com outras matérias. Além disso, o Referencial Curricular Nacional para a Educação Infantil (RCNEI) estabelece metas de qualidade para o desenvolvimento do ensino das crianças na creche e na pré-escola, mas não menciona a utilização do teatro como mecanismo de aprendizagem.

FormaçãoBetina Rugna explica que tirar o teatro do palco e levá-lo para dentro da sala de aula é simples, mas exige calma e conhecimento da parte do profissional. "O ensino do teatro não é apenas fazer uma peça e pronto. Primeiro, a criança descobre o corpo como ferramenta, depois começa a utilizar linguagens verbais e não verbais, depois trabalha a parte da expressão falada e não falada, depois as duas juntas, até que ela domina essa arte e pode dialogar com outros saberes. Faz parte da vivência. Se você for pensar bem, o teatro é uma grande brincadeira, pois todos nós o utilizamos no dia a dia", diz.

Na opinião dela, não é preciso ser formado na área para se arriscar na linguagem."Os jogos teatrais ajudam a fixar os conteúdos, mas também a desenvolver outras linguagens, tanto verbais, quanto não verbais. Quando o professor fala sobre os sentidos, está ensinando ciências. Quando lê um texto e o interpreta, a criança está trabalhando a criatividade e o vocabulário. O tempo todo o teatro trabalha uma função específica, por meio da linguagem", defende.

Já para o professor de artes cênicas Pedro Haddad, essas atividades podem ajudar no aprendizado, mas dependem de como são usadas em sala de aula. "Por seu caráter coletivo e lúdico, as dinâmicas teatrais proporcionam experiências que promovem o envolvimento das crianças de maneira única. Mas é importante notar que as dinâmicas, por si só, não levam a nada, e é essencial que elas sejam bem conduzidas e acompanhadas de uma reflexão. Para isto o professor deve sim se preparar", salienta.

Assim como ele, alguns profissionais que trabalham com o teatro temem que sua dinâmica nas escolas seja reduzida à condição de suporte para outras disciplinas. "É interessante que o teatro possa mediar e fazer parte desses projetos interdisciplinares, mas há de se ter um pouco de cuidado para que ele não perca aquilo que lhe é valoroso", reitera o professor da ECA da Universidade de São Paulo (USP), Flávio Desgranges.

Interpretando a matemática
Mesmo sem formação teatral, o professor João Batista do Nascimento conseguiu o que poderia parecer impossível: materializar conceitos matemáticos abstratos para crianças da 3ª e 4ª séries.Vestidos de figuras geométricas, os alunos dão vida a personagens como "sujeito quadrado", "triângulo amoroso" e "círculo vicioso" em um espetáculo sobre geometria plana, que chegou a ser divulgado até em Portugal. "A aplicação com as crianças foi simplesmente fenomenal. Elas compreenderam o essencial: estudar matemática e dialogar entre elas por meio desses saberes", diz o professor, que é da Faculdade de Matemática do Instituto de Ciências Exatas e Naturais (Icen) da Universidade Federal do Pará (UFPA) e realiza esse projeto de extensão há dez anos.

João Batista critica a capacidade dos professores de serem claros no momento da transmissão do conteú­do. "A maior dificuldade para tornar o ensino didático sempre fica do lado do docente, pois já tendo uma ideia preconcebida de como ensinar a matéria, ele acaba resistindo a novas possibilidades criadas pelos alunos e, às vezes, impõe o seu modelo de ensino", analisa.

Para a professora Andrea Gonçalves Poligicchio, que durante dez anos deu aulas na escola da Fundação Bradesco, em Osasco, na Grande São Paulo, o teatro empresta a oralidade que falta à matemática. "Assim, a linguagem simbólica da disciplina não precisa ficar sendo explicada toda hora e tudo ocorre de uma forma natural", defende.

Nas aulas de Andrea, os alunos eram convidados a interpretar alguns textos e, com o passar do tempo, a turma resolveu que o conteúdo poderia ser adaptado em uma peça. "Geralmente nós pegávamos um conto de fadas e fazíamos uma adaptação. Lembro de uma aluna que escreveu Romeu e Julieta e incorporou diversas lições de matemática às falas dos personagens. Os conteúdos eram aprendidos de forma divertida e natural por meio da linguagem teatral", relembra Andrea, que defendeu dissertação de mestrado pela Universidade de São Paulo (USP), sob título "A materialização da narrativa matemática". Andrea atualmente dá aulas no Colégio Santa Cruz, em São Paulo.

Reescrevendo a história
Para o professor Flávio Desgranges, do Departamento de Artes Cênicas da Universidade de São Paulo (USP), um método bastante eficaz na hora de transportar o teatro para a sala de aula é o método de Drama, de origem anglo-saxônica, e que pode ser utilizado na disciplina de história, por exemplo.

Flávio conta que teve contato com o método em uma oficina para professores, desenvolvida pelo educador inglês Joe Winston em Bruxelas, na Bélgica. De acordo com ele, o processo se constitui como construção conjunta de uma narrativa teatral, e por isso pode ser entendido como uma forma de arte coletiva, em que professor e alunos assumem as funções de dramaturgos, diretores, atores, espectadores e pesquisadores. "O Drama trabalha muito a partir do texto. Ele pode trazer a possibilidade da luz em cena, ou a possibilidade da inserção de objetos cênicos, ou mesmo uma palavra, ou um gesto. Esse método pode criar jogos de improvisação a partir de jogos teatrais", afirma Flávio.

Sem ter uma ideia preconcebida do Drama, um pesquisador brasileiro desenvolveu uma metodologia que lembra algumas técnicas do método inglês. Inspirado em experiências de educação popular e em movimentos sociais, o professor de história da África da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB), Waldeci Ferreira Chagas, agregou uma linguagem totalmente diferente para contar a história das populações negras. Ao invés de apostilas, ele propôs utilizar o teatro de bonecos, propiciando que professores e alunos desenvolvessem a confecção dos bonecos, o enredo e o cenário das aulas.

"O livro deve ser o pretexto para as aulas e não o único meio de aprender", afirma Waldeci. "O texto construído e encenado para o teatro de bonecos não é uma cópia do que está no texto do livro didático, mas transcende a interpretação e abordagem que este traz. Nesse aspecto, acredito que a inserção da arte no currículo escolar e o diálogo dela com outras áreas de conhecimento auxiliam no processo de ensino-aprendizagem", explica o pesquisador, que aplicou a metodologia com diversos alunos da UEPB em 2003.

Apesar da iniciativa, os educadores tiveram dificuldades em replicar a proposta com professores de escolas do município de Guarabira, se contentando com algumas apresentações que ocorreram na época em que seu método foi aplicado.

Waldeci garante, entretanto, que com a utilização dos bonecos no cotidiano escolar os alunos saíram da condição de meros ouvintes e passaram a "reescrever" a história, reconstruindo a narrativa das aulas e estreitando a relação entre os estudantes e os professores.

No cangaço
Júlio César Sbarrais, o palhaço "Tinin" do começo do texto, também utiliza outros personagens para ensinar língua portuguesa. Um dos seus preferidos, o cangaceiro Lampião, é frequentemente utilizado nas aulas de literatura de cordel. "Acho interessante trabalhar o lúdico dentro da realidade. Claro que pelo teatro eu consigo brincar com diversas linguagens. Na língua portuguesa, eu posso utilizar estilos musicais e aproveitar as mais variadas formas de estudo para transformar o aprendizado do aluno", explica.

Para que os alunos possam participar de uma forma mais ativa das aulas, Júlio utiliza o livro Lampião e Lancelote, escrito por Fernando Vilela. A partir daí, ele organiza os alunos em uma roda e divide a prosa com os estudantes. Enquanto um interpreta Lampião, o outro vira Lancelote, e as palmas acompanham o ritmo que o professor embala em um pandeiro.

"É uma experiência diferente. Se o professor é criativo, ele cativa a atenção e a matéria fica mais interessante", diz a estudante Ainna Júlia, da 8ª série do ensino fundamental da Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, em São Paulo.

"A relação da educação com o teatro mostra que é possível e viá­vel trabalhar todas as disciplinas do currículo escolar. O grande lance do teatro é você fazer desde um espetáculo  até uma apresentação em um espaço simples, dentro da sala de aula", propõe Betina.

Resistência inicial
A dificuldade em dialogar com os alunos em sala de aula foi um dos motivos que fizeram com que o professor Márcio Medina traçasse novos caminhos no ensino da física para os estudantes do ensino médio do Colégio Qi, no Rio de Janeiro. "Nós estávamos com alguns alunos muito arredios a aprender, então sugeri ao grupo fazer uma peça de teatro que abordasse os conteúdos ensinados em sala de aula", afirma o docente.
A primeira peça adaptada foi A vida de Galileu (2007), obra do autor alemão Bertolt Brecht. Com algumas modificações no texto original, os alunos começaram a ensaiar o espetáculo no Núcleo do Teatro Científico (Nutec) do Colégio Qi, criado a partir da iniciativa do professor Medina. Em uma semana eles estrearam o espetáculo. "Foi surpreendente. Os pais, os amigos dos alunos, os diretores da escola ficaram encantados. A qualidade do trabalho foi acima do esperado. Quando um dos donos da escola viu o espetáculo, ele me abraçou com lágrimas nos olhos e disse: "obrigado por essa oportunidade de eu ter visto o Galileu em teatro", relembra o professor.
Apesar do sucesso, Medina admite que no início sua proposta não era unanimidade. "Qualquer atividade extracurricular em uma escola tradicional é vista com desconfiança. Mas eles começaram a perceber que o trabalho não era sem propósito. O teatro estreitou o laço afetivo entre o professor e o aluno. E a linguagem, que é tão formal dentro da sala de aula, ficou mais informal e clara durante o processo", avalia.

A neurociência explica
Para a professora de Neurociência Pedagógica, Marta Relvas, uma boa forma de se conectar com os alunos é entender que "a razão é uma emoção elaborada". "Todo o sistema nervoso é uma estrutura orgânica que recebe estímulos através de canais sensoriais. Portanto, quando uma informação chega ao cérebro, ela passa antes por processos emocionais. Isso mostra que o professor precisa caminhar com seus conteúdos em sala de aula tendo atenção no aluno. O professor sempre será uma peça fundamental em despertar o interesse no estudante", explica a professora.
Em seu livro Neurociência e Educação, gêneros e potencialidades na sala de aula (WAK Editora, 2010), ela defende que trabalhar o corpo é uma forma de assimilar melhor o conteúdo ensinado. "80% do nosso cérebro é baseado em emoção. Quando o educador estimula o cérebro do aluno a criar, a sala de aula passa a ser um local prazeroso. Aprender é um ato desejante. Se o professor utiliza uma didática teatral, em que o aluno pode utilizar o corpo para aprender, ele consegue assimilar 60% da mensagem do professor, enquanto numa aula em que ele fica sentado, assimila somente 20% do conteúdo", diz a professora.

Trabalhando a percepção
Uma boa forma de fortalecer o aprendizado dos alunos é trabalhar a utilização do teatro por meio de aspectos cognitivos. Em seu livro Teatro em sala de aula, Betina Rugna mostra como os professores podem aproveitar recursos do próprio corpo para trabalhar a linguagem teatral com as crianças. Uma das inspirações da autora veio da personagem "Bla", espécie de fantoche desenhado na mão de um dos apresentadores do programa Bambalalão, exibido pela TV Cultura de São Paulo, de 1977 a 1990.
Coordenadora pedagógica do Catavento, outro programa exibido na TV Cultura na década de 1980, Betina diz como foi trabalhar com esses programas infantis. "A gente utilizava atividades que trabalhassem todo o esquema corporal, a percepção sensorial, a lateralidade, a percepção do espaço. Deixávamos a criança três horas se vestindo sozinha com um pijama, respeitávamos o espaço dela. Descobrimos a partir daí que todas as crianças que assistiam ao programa também ficavam vestindo o pijama", relembra. Na Escola Estadual Padre Afonso Paschotte, o professor Júlio César também procura desenvolver atividades que valorizem a percepção e o ambiente escolar. Além do "Jardim da Leitura" - sarau em que os alunos plantam flores e contam histórias -, o docente procura dar características humanas a seres inanimados ou a sentimentos. Júlio César conta que já foi caracterizado de "Zé Preguiça" para dar aula e espalhou cartazes pelas paredes com a mensagem "Zé Preguiça, procurado!". "A proposta era estimular as crianças que não gostavam de ler a se interessar mais pelos estudos. A ideia deu certo e os alunos desenvolveram redações ótimas explorando o universo da preguiça", diz o professor, que utilizou livros como travesseiro para dar vida ao personagem.

quinta-feira, 13 de junho de 2013

Ph.D. em Planejamento Familiar profere palestra de abertura do 5º EnPAC

em 22/05/2013
Por Jerfferson Medeiros
Aconteceu, na noite desta quarta-feira (22), a abertura oficial do 5º Encontro de Produção Acadêmico-Científica (EnPAC). Na ocasião, o PH.D. em Planejamento Familiar, doutor Aurélio Molina da Costa, proferiu palestra no Teatro Facisa, cuja temática se voltou à importância da pesquisa no meio acadêmico.
O encontro, promovido pelo Núcleo de Pesquisa e Extensão (Nupex), do Cesed, em parceria com a Coordenação de Marketing e Eventos, tem como tema central, “Ciência: produzir e compartilhar”, e objetiva, além da divulgação do que o Cesed tem produzido em termos de pesquisa e extensão, promover a interação com outras instituições de ensino.
O vice-diretor da Facisa, FCM e Esac, doutor Diego Gadelha, enfatizou a importância do encontro, haja vista a interatividade entre os participantes, assim como a exposição dos trabalhos. Reforçou a crescente produção de pesquisas no Cesed,  bem como o número de práticas extensionistas na Instituição.
Molina ressaltou, em seu discurso, o desenvolvimento das tecnologias da informação e comunicação, como importantes diante do processo de produção, desenvolvimento e multiplicação do conhecimento acadêmico-científico. “A velocidade da produção do conhecimento é exponencial, e os grandes avanços vêm das interfaces”.
“Busco, com a palestra, fazer provocações e incentivar a pesquisa. É necessário popularizar o espírito científico”, frisou o palestrante, destacando que a academia é o lócus da produção do conhecimento e da formação de produtores desse conhecimento. “A sociedade da inovação tem que fazer bem, diferente e melhor; fazer mais com menos”, finalizou.
Nesta noite, o grupo pernambucano “Teatração” se apresentou no evento. Na ocasião, através da arte e do lúdico, divulgou a pesquisa e a importância desta no meio acadêmico. O quarteto de artistas é formado por Girleide de Assis, Lícia Cemíramis, Edenildo Júnior e Amaral. Desde 2007, eles têm uma parceria com o doutor Aurélio Molina da Costa.
Segundo a artista Girleide de Assis, o grupo busca incentivar, através do lúdico, a prática da pesquisa, enfatizando sua importância e benefícios aos meios social e acadêmico. Busca semear a reflexão, incitar o questionamento, e mostrar que é possível, também, fazer pesquisa em todo lugar.














Grupo Teatração divulga a importância da pesquisa no meio acadêmico

Por Jerfferson Medeiros
22/05/2013
O grupo Teatração realizou, na manhã desta quarta-feira (22), na Facisa, unidade do Itararé, visita aos estudantes da IES. 
Na oportunidade, fizeram apresentação, divulgando a pesquisa e a importância desta no meio acadêmico.
O quarteto de artistas é formado por Girleide de Assis, Lícia Cemíramis, Edenildo Júnior e Amaral. 
Desde 2007, eles têm uma parceria com o Ph.D. em Planejamento Familiar, doutor Aurélio Molina da Costa, que proferirá, nesta quarta-feira (22), a palestra de abertura da 5ª edição do Encontro de Produção Acadêmico-Científica (EnPAC), do Cesed. Na ocasião, o PH.D. discorrerá, a partir das 19h30, no Teatro Facisa, sobre a importância da pesquisa no meio acadêmico.
De acordo com a artista Girleide de Assis, o grupo busca incentivar, através do lúdico, a prática da pesquisa, enfatizando sua importância e benefícios aos meios social e acadêmico. Busca semear a reflexão, incitar o questionamento, e mostrar que é possível, também, fazer pesquisa em todo lugar.









Somos Todos Cientistas nas Semanas de ciência e tecnologia do recife

PREFEITURA PROMOVE A III SEMANA MUNICIPAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 

De 20 a 25 de outubro, Recife irá se tornar um grande laboratório científico, agregando diversas áreas do conhecimento. É a III Semana Municipal de Ciência e Tecnologia, que ocorre simultaneamente às semanas nacional e estadual. O prefeito João Paulo participará da cerimônia de abertura, às 9h, no Espaço Ciência, no Complexo de Salgadinho, em Olinda. O evento é uma iniciativa da Prefeitura do Recife, coordenada pela Secretaria Municipal de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, e conta com a parceria do Governo do Estado, por intermédio do Espaço Ciência. Na programação, palestras, debates, visitações a projetos e experimentos, além de incursões pedagógicas pela Bacia do Capibaribe e oficinas de Informática. São esperados no evento cerca de 1.500 alunos da rede municipal de ensino, além de estudantes da rede estadual e universitários.


No primeiro dia de programação, haverá a premiação do concurso de redação do projeto “Somos Todos Cientistas”, que foi realizado com alunos de instituições privadas de ensino, onde o tema principal foi “popularização da ciência”, que pôde ser explorado através de sub-temas ligados a esse assunto. “Somos Todos Cientistas” é um projeto da Prefeitura do Recife que tem como finalidade principal despertar o espírito científico, promovendo a inclusão nesta área do saber e estimulando a criatividade e a capacidade inventiva da população.

No ciclo de palestras, temas como evolucionismo, religião, diversidades cultural, racial e de gênero, serão abordados e contarão com a participação de professores universitários de várias instituições (UFPE, UFRPE, UPE, Unicap, Faculdade Marista), que conduzirão os debates. Também na programação, serão realizadas visitações aos experimentos do Espaço Ciência, guiadas por monitores, no horário das 9h às 17h. Os experimentos abrangem as áreas da Genética, Antropologia, Paleontologia, Física, Biologia, entre outros. Através dos trabalhos, os visitantes poderão conhecer mais sobre temas como a evolução do DNA, os dinossauros, povos primitivos, a fauna e a flora dos manguezais, etc. Já no dia 22, será realizada uma Incursão Pedagógica pelos rios da cidade, à bordo do catamarã da Escola Ambiental Águas do Capibaribe, com o intuito de mostrar a importância da preservação do meio ambiente, além de promover um passeio histórico e cultural. A embarcação partirá do Marco Zero e seguirá pelas Bacias do Capibaribe, de Santo Amaro e do Pina e principais pontes da cidade.

Além disso, durante a Semana, os alunos também poderão conhecer o projeto Recife.com.jovem, uma Escola Itinerante de Informática, que promoverá oficinas utilizando softwares livres. O ônibus-Escola do projeto estará instalado durante toda a semana no Espaço Ciência, além de se revezar entre diferentes localidades (UFPE, UFRPE, UPE, CEFET, Unicap, Horto de Dois Irmãos, IPA) no decorrer dos dias. O encerramento da III Semana Municipal de Ciência e Tecnologia será no dia 26 de outubro, no Horto de Dois Irmãos. Na ocasião, por conta do evento, a entrada estará custando R$ 1,00. O encerramento da Semana contará com a presença de autoridades municipais e estaduais. Confira a programação do evento abaixo.

20 e 21 de outubro
Ciclo de Palestras
Local: auditório do Espaço Ciência


PROGRAMAÇÃO DA III SEMANA MUNICIPAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 
  INSTITUIÇÃO
        Prefeitura do Recife
        Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico.
  PARCERIA
  Espaço Ciência
  PERÍODO
  20 a 26 de outubro de 2008

PROGRAMAÇÃO
         Ciclo de Palestras – 20 a 21 de outubro de 2008
Local: Auditório do Espaço Ciência
Dia 20/10
09:00 – Abertura em conjunto com a Semana Nacional de Ciência e    Tecnologia
Intervalo de Almoço
14:00 – Aula Espetáculo “Somos Todos Cientistas” – Apresentação: Aurélio Molina - Doutor (Ph.D) em Planejamento Familiar – Universidade de Pernambuco (UPE).
15:00 –  Premiação do Concurso do Projeto“Somos todos Cientistas”
15:30 - Intervalo
16:00 – Tema: Evolução e Diversidade das Raças Humanas – Palestrante: Paulo Paes de Andrade – Pós-Doutor em Ciências Biológicas – Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Dia 21/10
09:00 – Tema: Diversidade Cultural – Palestrante: Luiz Carlos Luz Marques- Doutor em História Religiosa – Universidade Católica de Pernambuco.
10:15 - Intervalo
10:30 – Tema: O Brasil e o Hibridismo Cultural – Palestrante: Fátima Quintas            Mestre em Antropologia – Faculdade Marista.
Intervalo de Almoço

 14:00 – Tema: Gênero e Diversidade - Palestrante: Mercês Cabral – Doutora             em Psicologia, Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE).

 15:15 – Intervalo
 15:30   - Tema: Mestiçagem, evolucionismo e teorias raciológicas no século     
  XIX: a construção da inferioridade negra? Palestrante: Professor Dr.
  Moisés de Melo Santana – Universidade Federal Rural de Pernambuco
                      (UFRPE)


Controle e Desenvolvimento Urbano e Obras 


00:00 Quinta-feira, 6 de Agosto de 2009
Com a Operação Trabalho, foram capacitadas 151 pessoas na área de construção civil. Os alunos do curso construíram casas que beneficiaram 146 famílias. A verba total destinada para este trabalho foi de R$ 3.331.896,88. Os programas Plano Territorial de Qualificação, Central da Pesca, Capacitação sobre Segurança Alimentar e Produção Orgânica, Estruturação do Comércio Popular Boa Vista, Banco do Povo e Associativismo - Capacitação dos catadores, com um investimento total de R$ 832.204,02 capacitou 2685 recifenses.

Houve a formulação de Projeto da Lei Orgânica de Segurança Alimentar e Nutricional do Recife na área de Segurança Alimentar e Nutricional. Através do Restaurante Popular, Restaurante Escola e Cozinhas Comunitárias produziu-se e comercializou-se 302.144 refeições. Através do Banco de Alimentos, 259 toneladas abasteceram 140 entidades que atendem pessoas em situação de vulnerabilidade social e insegurança alimentar, cadastradas no Conselho Municipal de Assistência Social. Com um investimento de R$ 43.132,04 e através de programas como a Compra Direta da Agricultura Familiar, Apoio Complementar à Agricultura Urbana e à Educação Alimentar, cerca de três mil pessoas foram beneficiadas. Houve a implantação de sete hortas comunitárias.

Potencializou-se os Centros Públicos como espaços de integração das ações de Desenvolvimento Econômico nas RPAs com reestruturação, organização e abertura dos Centros Públicos de Casa Amarela e do Totó. O Sistema Público de Emprego, Trabalho e Renda do Município encaminhou 10.773 pessoas para empresas.

No segundo tema da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico - Popularizar a Ciência, a Tecnologia e a Inovação, houve a implementação de oito telecentros de informação e negócios, outros espaços públicos e eventos de democratização da ciência, tecnologia e inovação nas RPAs com os objetivos de universalizar o acesso à informação científica e tecnológica. Os Telecentros com computadores conectados à internet banda larga beneficiou duas mil pessoas. Realizou-se a Semana Municipal de Ciência e Tecnologia com participação de aproximadamente 1,5 mil pessoas. O Projeto Somos Todos Cientistas atingiu um público de aproximadamente 2,5 mil pessoas. Houve também a implantação da Casa Brasil, disponibilizando para a população local um auditório para realização de debates, palestras e eventos culturais; uma sala de leitura; um telecentro comunitário.


MILTON COELHO ABRE A 5ª EDIÇÃO DA SEMANA MUNICIPAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 
18:18 Sexta-feira, 8 de Outubro de 2010
ARQUIVOS
PROGRAMAÇÃO
Incentivo à preservação da biodiversidade da Cidade. “Recife na Trilha do Desenvolvimento Sustentável”. Este é tema da V Semana Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), evento promovido pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, que neste ano trata de temas ligados à sustentabilidade ambiental, como coleta seletiva, limpeza e conservação dos ecossistemas recifenses.

A V Semana Municipal de Ciência e Tecnologia acontecerá desta quarta-feira (13) até o dia 16 de outubro. A abertura do evento será feita pelo prefeito em exercício, Milton Coelho, no Teatro Apolo, no dia 13, às 9h, e contará com a presença do secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico do Recife, José Bertotti.

O SMCT é voltado para pesquisadores, professores e alunos do ensino fundamental (3º e 4º ciclos), ensino médio da rede pública e particular, e das universidades e Educação para Jovens e Adultos (EJA). A expectativa é que participem cerca de 2000 estudantes das escolas municipais, das seis RPAs, e mais 500 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil – PETI.

A programação da Semana contará com ciclo de palestras, mostra de vídeos científicos, apresentação do Projeto Somos Todos Cientistas, o concurso de redação, a III Gincana Recife de Coleta Seletiva, oficinas e outras atividades ligadas ao tema. O concurso de redação deste ano tem um diferencial: os estudantes desenvolveram seus trabalhos em forma de cordel. Os dez melhores serão premiados e o primeiro colocado ganhará uma viagem ao Rio de Janeiro, onde o estudante fará visitas científicas ao planetário, museus, entre outros.


PCR ABRE A 5ª SEMANA MUNICIPAL DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA 
00:00 Quarta-feira, 13 de Outubro de 2010
Luciano Ferreira
Estudantes da rede municipal de ensino estão participando da SMCT
Estudantes da rede municipal de ensino estão participando da SMCT
Neste ano, o evento trata de temas ligados à sustentabilidade ambiental e conservação dos ecossistemas recifenses

Estudantes da rede municipal de ensino estão participando, até o próximo sábado (16), da 5ª Semana Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), que foi aberta na manhã de hoje (13), no Teatro Apolo. Este ano, o evento traz o tema “Recife na Trilha do Desenvolvimento Sustentável” e aborda assuntos relacionados à sustentabilidade, como coleta seletiva, limpeza e conservação dos ecossistemas recifenses. Promovidas pela Prefeitura do Recife, por meio da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico, em ação conjunta com a Secretaria de Educação, Esporte e Lazer, as atividades acontecerão de forma simultânea no Horto Dois Irmãos, Espaço Ciência e no próprio Teatro Apolo.

“A intenção é despertar o interesse pelas ciências, que, muitas vezes, são matérias consideradas chatas quando abordadas de forma tradicional. Mas quando as relacionamos com o dia a dia, mostrando a importância da matemática para o controle financeiro e da ciência para a saúde, os assuntos tendem a se tornar interessantes”, disse o secretário de Ciência, Tecnologia e Desenvolvimento Econômico (SCTDE), José Bertotti, que representou o prefeito do Recife em exercício, Milton Coelho, na solenidade de abertura.

A expectativa é de que cerca de 2000 estudantes das escolas municipais das seis RPAs, e mais 500 do Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI) participem da SMCT, que é voltada para pesquisadores, professores e alunos do ensino fundamental (3º e 4º ciclos), ensino médio da rede pública e particular, e das universidades e Educação para Jovens e Adultos. “É importante que, desde já, aprendamos a respeitar e a entender o significado de sustentabilidade, até mesmo para conhecer os problemas e fenômenos causados pela natureza. Quando se conhece o acontecimento, é possível se prevenir e ajudar quem precisa nas situações de emergência, como, por exemplo, a enchente do inverno deste ano”, falou o secretário estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Anderson Gomes.

Ainda hoje pela manhã, os participantes assistiram à aula espetáculo “Somos todos Cientistas”, ministrada pelo secretário executivo estadual de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente, Paulo Molina. “É preciso praticar a ciência no dia a dia e ter autonomia intelectual, ou seja, olhar para o mundo e para a natureza de forma individual, sem se deixar influenciar”, explicou Molina, que ensinou: “Outro segredo é tentar obedecer a regra dos dez C´s, que são: competência, curiosidade, ceticismo, criticismo, criatividade, confiança, coragem, construtividade, coerência e compromisso”.
A programação da SMCT conta com ciclo de palestras, mostra de vídeos científicos, apresentação do Projeto Somos Todos Cientistas, concurso de redação, III Gincana Recife de Coleta Seletiva, oficinas e outras atividades ligadas ao tema. Neste ano, o concurso de redação tem uma novidade: os estudantes desenvolveram seus trabalhos em forma de cordel. Ao todo, foram inscritos 320 textos, dos quais 50 passaram por uma comissão que já escolheu os dez que serão premiados. A premiação será a seguinte: 1º - ganhará uma viagem científica para o Rio de Janeiro (RJ), onde o estudante fará visitas ao planetário, museus, entre outros; 2º e 3º - computadores; e 4º ao 10º - livros educativos. Os resultados e a premiação do Concurso de Cordel e da III Gincana Recife Coleta Seletiva, serão apresentados às 9h do próximo sábado (16), no Sesc Santo Amaro, onde acontecerá a solenidade de encerramento.

Para os estudantes, essa é uma ótima oportunidade. “É muito bom aprender de uma forma diferente”, falou Jakeline dos Santos, da Escola Municipal Paulo IV. O colega Ronaldo Guedes concorda: “Ver na prática é muito melhor de aprender do que apenas ouvir o professor e decorar as coisas”, opinou.

Também estiveram na solenidade de abertura os secretários municipais Evelyne Labanca (Especial de Gestão e Planejamento) e Ricardo Soriano (Assuntos Jurídicos); a assessora executiva da SCTDE, Anita Dubeux; o presidente da Emprel, Wellington Batista; o diretor geral de Inovação Científica e Tecnológica da SCTDE, Silvio Batusanschi, e Erenice Bezerra, representando o secretário de Educação, Esporte e Lazer, Cláudio Duarte.

Participaram, também, o adido cultural da Alemanha no Brasil e assessor de imprensa e cultura do Consulado no Recife, Martin Mahn; o adido cultural da França no Brasil, Pierre Fernandes; o gerente de relacionamento do Setor Público do Banco do Brasil, Pedro Paulo; o representante do Porto Digital, Guilherme Calheiros; e o presidente da Softex Recife, José Cláudio Oliveira.

Somos Todos Cientistas no CONJUNTO HABITACIONAL ALTO DA ESPERANÇA

CONJUNTO HABITACIONAL ALTO DA ESPERANÇA RECEBE FEIRA DE SERVIÇOS 

Moradores do Conjunto Habitacional Alto da Esperança, em Dois Unidos, na zona Norte do Recife, receberão uma feira de serviços, nesta quarta-feira (16), onde poderão realizar consultas médicas, participar de cursos profissionalizantes e fazer a inclusão em cadastros sociais. O mutirão, promovido pela Prefeitura do Recife, numa ação integrada de várias secretarias municipais, está marcado para ocorrer das 9h às 16h. As atividades serão oferecidas, gratuitamente, dentro do próprio conjunto, na rua Divisopólis. A expectativa é atender aproximadamente mil pessoas.

Técnicos da Prefeitura do Recife vão disponibilizar os serviços de aferição de pressão arterial, teste de glicemia (medição da taxa de açúcar no sangue), vacinação, palestras sobre doenças, corte de cabelo e escovação infantil. Cada criança receberá aplicação de flúor, além de um kit com escova e creme dental.

Quem comparecer ao local também poderá obter informações sobre a adesão de programas, como o Bolsa-Escola, Bolsa-Família, Banco do Povo, ProJovem, Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (Peti) e Benefício de Proteção Continuada (BPC). Oficinas de educação no trânsito, embelezamento, ponto de cruz, pintura em tecido e bijouteria, a aula-espetáculo Somos Todos Cientistas e a apresentação de uma peça da Companhia dos Loucos também estão na programação da feira.


A aula-espetáculo Somos Todos Cientistas- Dr. Aurélio Molina e Grupo Teatração
16 / 04 / 2008 - Conj. Habitacional Alto da Esperança.    - Dois Unidos

De acordo com o responsável pela Gerência de Conjuntos da Secretaria Municipal de Habitação, Celso Severo, o Alto da Esperança tem 145 unidades habitacionais. “Esperamos atender todas as famílias, que têm em média quatro integrantes cada uma. Nosso objetivo é estreitar a relação com a população e ampliar a informação quanto aos direitos do cidadão”, afirmou.

Severo acrescentou que esta é a oitava feira de serviços promovida pela Prefeitura do Recife nos conjuntos habitacionais da cidade. O mutirão conta com a participação das secretarias de Habitação, Ciência e Tecnologia e Desenvolvimento Econômico (através da Diretoria de Economia Popular e Solidária), Saúde, Educação, Assistência Social, Serviços Públicos e Assuntos Jurídicos e já atendeu moradores da Guabiraba, Cordeiro, Ibura e Brejo de Beberibe. Mais de sete mil pessoas foram beneficiadas com os serviços nas últimas cinco edições.


recife.pe

Somos Todos Cientistas NA I CONFERÊNCIA ESTADUAL DA JUVENTUDE

PCR MARCA PRESENÇA NA I CONFERÊNCIA ESTADUAL DA JUVENTUDE

03/04/2008

As políticas públicas desenvolvidas pela Prefeitura do Recife para a juventude serão destacadas na I Conferência Estadual de Políticas Públicas de Juventude. O encontro será aberto, nesta sexta-feira (04), às 14h, no Centro de Convenções de Pernambuco, em Olinda.

A programação no sábado (5) e domingo (6), acontece das 8h às 17h. Os programas municipais voltados para a clientela jovem serão divulgados no estande da Secretaria de Direitos Humanos e Segurança Cidadã do Recife, por meio de folderes, cartazes, banneres, vídeos, distribuição de camisinhas e garrafinhas (squeeze) do programa Trabalhar o Presente para Garantir o Futuro.

O público visitante terá a oportunidade de conhecer o Programa Multicultural; Círculos Populares de Esporte e Lazer; Programa Mais Vida; Somos Todos Cientistas; Voluntários pela Infância; DST/AIDS; Arte Sanear e o balanço (cartilha) de todas as ações do Orçamento Participativo (OP) para os jovens. 

A Aula Espetáculo 'Somos Todos Cientistas', do Dr. Aurélio Molina e Grupo Teatração abriu a I CONFERÊNCIA ESTADUAL DA JUVENTUDE.

Tem como objetivo despertar o espírito científico, promover a inclusão científica e estimular a criatividade e a capacidade de invenção da população. A segunda parte da aula é uma explanação lúdica de exemplos da ciência do cotidiano, exposta pelo Grupo Teatração.



Conferência - Este encontro que tem como tema “Levante a Bandeira” e representa um passo importante na consolidação de processos de participação juvenil na definição, implantação, acompanhamento e controle das políticas voltadas aos jovens de todo o país.

Aula Espetáculo por Grupo Teatração


A VII Semana Municipal de Ciência e Tecnologia (SMTC) que, traz o tema O Recife e as energias sustentáveis. - aconteceu no dia 05 e 08/11/2011  no Centro de Formação de Educadores Professor Paulo Freire 

Aconteceu a aula-espetáculo do projeto Somos Todos Cientistas. - Que nesta oportunidade a palestra foi ministrada pelo Ator e Arte Educador Amaral, do Grupo Teatração.

A ‘Aula Espetáculo’ busca a democratização de temas para formação de um cientista cidadão, além de estimular sua autonomia. Discutir os desafios do século XXI foi o principal ponto da sua apresentação.

A peça teatral “O Baú dos 10C’s”, mostrou ao público presente como viver em harmonia com um meio ambiente ecologicamente equilibrado e sustentável, através de linguagem cênica, as regras que se resumem em dez palavras, iniciadas com a letra C.











Termina a VII Semana Municipal de Ciência e Tecnologia do Recife



Secretário José Bertotti se disse satisfeito com o engajamento dos estudantes. Foto: Inaldo Lins
A Semana Municipal de Ciência e Tecnologia do Recife foi encerrada com sucesso nesta quinta-feira (8), no Centro Paulo Freire, no bairro da Madalena. A Prefeitura do Recife através da Secretaria de Ciência e Tecnologia e a Secretaria de Educação, realizou pelo sétimo ano, o evento que trouxe o tema: O Recife e as energias Sustentáveis.

O Público alvo da SMTC são os professores e alunos da rede municipal de ensino do Recife. A Semana de Ciência e Tecnologia faz parte do calendário anual do município e o Recife é uma das poucas cidades brasileiras que realiza este tipo de evento. A comemoração foi instituída em setembro de 2006. Ela tem o objetivo de popularizar, divulgar e mobilizar as pessoas, em especial crianças e jovens, em torno de temas e atividades de ciência e tecnologia.

Durante o encerramento aconteceu a Aula Espetáculo do Projeto Somos todos cientistas. É uma aula teatro que tenta aproximar a ciência do cotidiano. Cerca de 400 alunos de escolas Municipais como José da Costa Porto, Carla Patrícia, Osvaldo Lira Filho, Divino Espírito Santo, André Melo, Antônio de Brito Alves, Nadir Colasso, Rodolfo Aureliano, Nilo Pereira, entre outras, participaram. A mesa estava composta pelo Secretário de Ciência e Tecnologia, José Bertotti, e a representante da secretária de Educação, Joana Andrade.

No segundo momento do evento aconteceu a entrega das premiações do concurso entre as escolas pelos seus

A programação contou com oficinas, palestras, observação do céu com telescópios e acompanhamento de monitores e exposições direcionadas aos alunos. “Nós temos a confiança que essa parceria com a Secretaria de Educação é o caminho, pois sabemos que o intuito é que exista uma inserção do assunto mais forte no dia-a-dia dos alunos. Até porque uma das ações importantes da secretaria de Ciência e Tecnologia é exatamente a popularização da ciência, é aproximar o cidadão e o estudante do interesse para o conhecimento, para que ele seja usado na transformação da nossa sociedade”, relata José Bertotti, secretário de Ciência e Tecnologia.

A Semana de Ciência e Tecnologia (SMCT) faz referência ao Ano Internacional da Energia Sustentável para todos e acompanha o tema da Semana Nacional – Economia verde, sustentabilidade e erradicação da pobreza – que divulga os compromissos assumidos por diversos países durante a Conferência Rio + 20, promovida pela Organização das Nações Unidas (ONU). “A gente veio hoje aqui para fazer o encerramento formal da semana e estamos sentindo um ambiente bastante favorável porque nós sentimos um clima de vibração dos alunos que participaram das atividades e pra gente é muito gratificante que esse projeto faça parte”, vibra Bertotti.
projetos de sustentabilidade que incentiva a preservação do meio ambiente. O primeiro lugar ficou com a escola Nadir Colasso, a segunda posição foi para a instituição municipal Osvaldo Lima Filho e a terceira colocação quem levou foi o colégio Divino Espírito Santo. Todos os alunos receberam aparelhos de MP3 e celulares,


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